quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

PRA ONDE IREMOS

Nossa existência é transitória e respeita a brevidade dos dias, não nos deixando enganar, se transforma como às nuvens a cada instante.
Quando observamos à imanente transcendentalidade somos logo arrebatados por dentro. Observamos a intensa clareza imbuída na necessidade de se viver ainda mais! Uma profunda notoriedade engrandece o nosso ser, num convite extremado que gravita rumo à imortalidade.
Nascimento e morte do ser, movimentos que confundem as regras, danças que sacodem as cores que nunca foram sequer percebidas, exceto pelos que amam a brevidade de seus dias. Assim se compõe o que concebe a harmonia e o que traduz a linguagem de uma vida.
Uma vida é como o brilho de um relâmpago no céu. Levada por torrentes montanhosas de alto a abaixo se recompondo a cada momento pelo simples desejo de brilhar mais uma vez, ainda que seja um simples brilho, por um breve momento. Isto tudo me faz acreditar que além do horizonte alcançado por nossos olhos deve haver algum lugar bonito, para vivermos em paz. Um lugar onde seremos capazes de encontrar a suavidade natural do Divino Amor. Alegria, felicidade e plenitude manifestará com tamanha pujança a certeza do sonhar. Lá neste lugar o amanhecer deve ser lindo, as flores devem festejar mais um dia que se vem encontrar. Quero amanhecer deitado no campo, na relva escutando o canto dos pássaros, e bronzear todo o meu corpo, sem censuras, pois lá, a liberdade é realmente livre e a vida sem frescuras.



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