Se em sociedades de outrora, ser consumidor significa prover necessidades reais, no mundo do capitalismo globalizado, ser consumidor hoje é criar novas, fúteis e efêmeros necessidades para satisfazer novos, fúteis e efêmeros prazeres e manter-se insaciável diante deles, fazendo da vida em seus diversos momentos e aspectos uma experiência em função de uma espécie de ter que cultua o eu e ignora o nós para efeito das buscas das empreitadas e aquisições do cotidiano.
Mais do que isso, no contexto da globalização consumir se torna quase que uma condição de existência. Consumo, logo existo: essa é certamente a filosofia da sociedade de consumo pós-moderna.
Nenhum comentário:
Postar um comentário